TETÃ TEKOHA - ẼG TỸ, ẼG JYKRE TÓ, VẼSÓG KI

Autores(as): Alexandro da Silva Nhandewa, Ana Lúcia Ortiz Martins Kunhã Yvoty, Débora Silva, Felipe Zamboni, Jaqueline de Paula Sabino, Rodrigo Luís Tupã, Tiago Pyn Tánh de Almeida, Uerique Gabriel Matias, Valéria Lourenço Jacintho, Yago Junio dos Santos Queiroz
ISBN13: 978-65-5094-008-9
1ª Edição
Número de Páginas: 96
Acabamento: brochura
Formato: 16 x 23 cm

TETÃ TEKOHA - ẼG TỸ, ẼG JYKRE TÓ, VẼSÓG KI é um grito de resistência de dez jovens indígenas de etnias Guarani e Kaingang, estudantes da Universidade Estadual de Londrina (UEL). Integrantes do projeto Palavra Indígena, que buscou reunir e desenvolver sua autoria e seu protagonismo, os alunos apresentam relatos em primeira pessoa, com estilo próprio – e muita emoção – numa busca de afirmação de identidade, ancestralidade e identificação com ambos os mundos: o da aldeia e o da cidade. A partir de sua experiência na universidade, onde estudam para aprofundar conhecimentos que podem ser úteis a seu povo e questionam a invisibilização e a imposição da cultura ocidental como única, querem mostrar que transitam entre os mundos sem abandonar sua essência.

 

AY KAKYRI TAMA - EU MORO NA CIDADE

Autor(a): Marcia Wayna Kambeba
ISBN13: 9788598349633
Edição: 1ª Edição
Número de Páginas: 72
Acabamento: BROCHURA
Formato: 16 x 21 cm


A cultura indígena se propaga e se mantém, há milênios, pela tradição oral. Narrativas, rituais sagrados, costumes e a própria língua são transmitidos a partir da conversa e da contação de histórias. Se o inevitável contato entre os povos originários e o "branco" colonizador trouxe muitos prejuízos a essas culturas, também promoveu um rico diálogo entre indivíduos. Graçãs ao acesso à literatura brasileira pode contar com a presença fundamental de autores indígenas para multiplicar ainda mais seu alcance.
Márcia Wayna Kambeba é uma dessasvozes, que se firma percorrendo o Brasil com sua poesia e sua música. Em Ay Kakyri Tama [eu moro na cidade, em tupi-kambeba] ela constrói uma ponte entre sua origem indígena e a vida em Belém do Pará, apresentando a história de seu povo e sua luta em poesias e imagens repletas de emoção e verdade.
Com uma população conhecida de 50 mil pessoas, entre aldeados e moradores da cidade, o leitor pode conhecer e se encantar pela etnia Omágua/Kambeba pelo olhar acolhedor e combativo de Márcia, uma de suas vozes mais expressivas.

Resulstados da We

Combo Indígena

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Autores(as): Alexandro da Silva Nhandewa, Ana Lúcia Ortiz Martins Kunhã Yvoty, Débora Silva, Felipe Zamboni, Jaqueline de Paula Sabino, Rodrigo Luís Tupã, Tiago Pyn Tánh de Almeida, Uerique Gabriel Matias, Valéria Lourenço Jacintho, Yago Junio dos Santos Queiroz
ISBN13: 978-65-5094-008-9
1ª Edição
Número de Páginas: 96
Acabamento: brochura
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TETÃ TEKOHA - ẼG TỸ, ẼG JYKRE TÓ, VẼSÓG KI é um grito de resistência de dez jovens indígenas de etnias Guarani e Kaingang, estudantes da Universidade Estadual de Londrina (UEL). Integrantes do projeto Palavra Indígena, que buscou reunir e desenvolver sua autoria e seu protagonismo, os alunos apresentam relatos em primeira pessoa, com estilo próprio – e muita emoção – numa busca de afirmação de identidade, ancestralidade e identificação com ambos os mundos: o da aldeia e o da cidade. A partir de sua experiência na universidade, onde estudam para aprofundar conhecimentos que podem ser úteis a seu povo e questionam a invisibilização e a imposição da cultura ocidental como única, querem mostrar que transitam entre os mundos sem abandonar sua essência.

 

AY KAKYRI TAMA - EU MORO NA CIDADE

Autor(a): Marcia Wayna Kambeba
ISBN13: 9788598349633
Edição: 1ª Edição
Número de Páginas: 72
Acabamento: BROCHURA
Formato: 16 x 21 cm


A cultura indígena se propaga e se mantém, há milênios, pela tradição oral. Narrativas, rituais sagrados, costumes e a própria língua são transmitidos a partir da conversa e da contação de histórias. Se o inevitável contato entre os povos originários e o "branco" colonizador trouxe muitos prejuízos a essas culturas, também promoveu um rico diálogo entre indivíduos. Graçãs ao acesso à literatura brasileira pode contar com a presença fundamental de autores indígenas para multiplicar ainda mais seu alcance.
Márcia Wayna Kambeba é uma dessasvozes, que se firma percorrendo o Brasil com sua poesia e sua música. Em Ay Kakyri Tama [eu moro na cidade, em tupi-kambeba] ela constrói uma ponte entre sua origem indígena e a vida em Belém do Pará, apresentando a história de seu povo e sua luta em poesias e imagens repletas de emoção e verdade.
Com uma população conhecida de 50 mil pessoas, entre aldeados e moradores da cidade, o leitor pode conhecer e se encantar pela etnia Omágua/Kambeba pelo olhar acolhedor e combativo de Márcia, uma de suas vozes mais expressivas.

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